quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Lula muda lei para adoção no país

Para facilitar a adoção no Brasil, a justiça terá que cumprir prazos na hora de decidir o futuro das crianças que vivem em abrigos
 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que facilita a adoção no pais, no dia três de novembro. A nova lei pode resolver a situação das 82 mil crianças e adolescentes que vivem em abrigos de todo o país.
Segundo as novas regras, as crianças e adolescentes não podem ficam mais de dois anos em abrigos, a não ser por determinação da justiça. Os abrigos também devem mandar relatórios semestrais para as autoridades judiciais informando as condições de adoção ou de retorno à família.
Na hora da adoção terão prioridade parentes da criança e pessoas próximas da família de origem. A idade mínima para adotar passa de 21 para 18 anos, e não há necessidade de estar casado. Os candidatos terão que passar por um curso preparatório, em que será incentivada a adoção de crianças maiores, e serão acompanhados por conselhos tutelares ou assistentes sociais sempre que necessário.
Para a equipe do Adoção Brasil, a busca por informações sobre adoção é crescente, e a nova lei poderá ajudar as crianças que vivem em abrigos, pois os processos são avaliados e reavaliados a cada dois anos. Disseram ainda, que se o cadastro de candidatos e crianças estivesse completamente informatizado, o processo seria ainda mais rápido.
A determinação deverá entrar em vigor após 90 de sua publicação no Diário Oficial da União.

Mais informações sobre adoção no site http://www.adocaobrasil.com.br/.

Fontes: Equipe Adoção Brasil
Imagem:  Site ponte social

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Brasil é 4° maior poluidor do mundo

Da extinção de espécies até a falta de água, segundo especialistas se nada for feito tudo pode acontecer

De acordo com Greenpeace, o Brasil está se tornando um dos maiores poluidores mundiais, ficando atrás apenas dos EUA, China e Rússia.
Em 2007 foram registrados 101 mil queimadas, contra 68 mil registradas no mesmo período em 2006.
Segundo especialistas, nas próximas décadas a possibilidade de ver áreas enormes como o nordeste se transformar em um deserto, presenciar a extinção de espécies, sentir a temperatura aumentar de 4° à 8° graus e ver do nível do mar aumentar, será grande.
A contaminação do solo, devido o baixo índice de coleta seletiva e reciclagem pode agravar ainda mais a situação. De acordo com uma pesquisa feita pela União internacional para a Conservação da Natureza dos Recursos Naturais, se nada for feito em 100 anos a população está vivendo em desertos cheios de lixo e sem água potável.
Segundo o universitário, Geraldo Silva, 26 anos, não há mais tempo para reverter o que está sendo destruído a mais de 1000 anos. ”O importante agora é conscientizar a população para que possamos estabilizar o processo, evitando produtos não recicláveis e denunciando crimes ambientais e cobrar do governo medidas mais severas em relação ao meio ambiente”, disse ele.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, no dia 04 de setembro, terminou o primeiro curso de capacitação em sistema de Comando de Incidentes, para integrar a atuação do Ibama, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Corpo de Bombeiros no combate a incêndios florestais. O programa estabelece metas de redução do número de incêndios florestais, e faz parte da formulação de uma política relacionada a questão das mudanças climáticas. O Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, disse em entrevista que o governo está atento as questões ambientais, e que projetos estão sendo analisados para entrar em vigor ainda este ano.

Imagem/Foto: mundoeducação.com.br

TRABALHO INFANTIL AINDA É UMA REALIDADE NO BRASIL

De acordo com o IBGE principal motivo é de ajudar no sustento da família

De acordo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), o trabalho infantil
reduziu mas 4,5 milhões de crianças ainda são exploradas no Brasil.
Entre os anos de 2007 e 2008, os índices mediram uma redução de 0,7% no número de trabalhadores com idade entre cinco e 17 anos. A pesquisa foi realizada pelo Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), e divulgada pelo IBGE no dia 18 de setembro.
A pesquisa foi realizada do norte ao sul do país. O sudeste foi a região com o menor índice de trabalhadores infantis. O nordeste ficou em primeiro lugar, com 1,7 milhões e em seguida, o sul com 11,9% de crianças e adolescentes ocupadas.
Segundo a assistente social Luciene Leão, a pobreza, má distribuição de renda e a falta de trabalho são os principais fatores que contribuem para a exploração do trabalho infantil. Disse ainda que outro ponto importante é a desfunção familiar existente.” Os pais, ou responsáveis pelas crianças não estão cumprindo as funções que lhes são atribuídas e acabam transferindo para as crianças. E uma delas é o sustento da família”, completou a profissional.
Os homens representam três milhões contra 1,5 milhões de mulheres. A pesquisa constatou que crianças entre 10 a 13 anos, representando 6,1% do total, e a taxa de escolarização em 2008 obteve um aumento de 1%. De acordo com dados do IBGE 51,6% das crianças e adolescentes são empregados domésticos ou rurais, e a média de trabalho é de 26,8 horas por semana. Já para a faixa etária entre cinco e 13 anos o percentual sobe para 60,9%, sendo 32,3% sem remuneração. O estudo revela ainda que 57,1% das pessoas entre cinco e 17 anos realizam atividades domésticas e trabalham fora. E salário médio oferecido varia entre R$262 e R$269 reais. Crianças e adolescentes que estão nesta situação moram em famílias que têm o rendimento médio de R$ 333 reais. E existem no pais mais de 865 mil domicílios onde a renda é menor que R$117 reais, ou não possuem nenhum rendimento.
O MDS (Ministério do Desenvolvimento Social) lançou o Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) em parceria com o sistema única de assistência social o SUAS, que preve ações socioassistenciais com o foco na familia e os vinculos comunitários, promovendo o resgate da cidadania e a inclusão social.

Imagem/foto: naveganet.com.br

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

OLIMPÍADAS? AQUI NÃO...

Opinião
Infelizmente é a nossa vez O Rio vai sediar as olimpíadas de 2016. Um “oba” para as empresas da construção civil, um “oba” para o setor de turismo, um “oba” para os meios de comunicação, um “oba” os políticos envolvidos e apenas para eles. Desbancamos a Califórnia, Tókio e Madrid. Quem diria, um pais subdesenvolvido, opa, desculpe, agora o termo correto que deve ser utilizado é “país emergente”, como o Brasil. Sei que as obras realizadas serão bem vindas e necessárias, mas existem coisas que precisam ser priorizadas no país, e todos não precisam nem perder os cabelos para saber disso. Economistas estimam que 97% do que for investido retornará aos cofres públicos através de impostos, isto se tudo der certo, se não ocorrer desvio de verbas, superfaturamentos e etc..., mas atentam para as obras que ficaram, pois segundo eles são bens de consumo público. Atenas por exemplo, existem construções que mal são utilizadas, e Montreal que demorou 30 anos para pagar as dividas que conquistaram com as olimpíadas, devido o desvio de verbas em superfaturamentos. Imaginem aqui no Brasil, lembrando que não estou sendo pessimista. O Brasil não está preparado para assumir um evento como este, assim como não estava quando realizou o “PAN”. Bom, infelizmente é nossa vez.
Imagens: Google

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

REVOLUÇÃO OU REGRESSÃO?

Sempre estamos em busca da verdade e de “pré-conceitos” de tudo, desde a maneira de como falar a até quem ser. O que fazer? O que seguir? Como seguir? Devo seguir? Entre outras questões que ainda rodeiam o pensamento humano. Os questionamentos e as discussões são as engrenagens do desenvolvimento humano, sem eles tudo ainda estaria no considerado “primitivo” , que para muitos ainda seria o ideal, cômodo. Lidar com questionamentos e discussões não fazem parte da “natureza de alguns humanos”. Revoluções existem desde inicio dos tempos, o ser humano vive em constante revolução pessoal, social, cultural, política e econômica. Assim como na Revolução Inglesa, podemos analisar o comportamento social, os interesses, os pontos de vista de cada um naquele momento considerado o surgimento da “Revolução”. O uso de ideologias tanto bíblicas quanto de filósofos, eram comuns naquela época, até hoje são utilizadas por muitos. Na minha concepção o ser humano funciona através de fundamentos com isso vem o desenvolvimento. Independentemente do conceito de estar certo ou errado, ele pode nos levar a questionamentos que podem gerar novos conceitos de algo que consideramos “correto” à anos. A revolução não só virar o mundo de ponta-cabeça, mas virar ao ponto de gerar dúvidas e questionamentos que possam criar mais conhecimento para humanidade. Referência: Texto: Virando o Mundo de ponta-cabeça: o outro lado da Revolução Inglesa

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Brasil Pirata

Segundo a Receita Federal, a pirataria movimenta no país, mais de 85 milhões
Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE, mais de 40% da população brasileira compra produtos piratas. Os mais comprados são os CD’s, DVD’s, acessórios pessoais, aparelhos eletrônicos, além de remédios e cigarros. Em números, cerca de 112 milhões de maços de cigarros falsificados foram vendidos no Brasil, mais 4 milhões de óculos de sol, 10 milhões de peças de roupa, 1 bilhão e 600 mil softwares e 1 bilhão de músicas foram baixadas ilegalmente pela internet em 2008. De acordo com dados do Governo Federal, mais de 500 milhões de reais deixaram de ser arrecadados em impostos, segundo eles daria para custear 7 milhões de pessoas no programa Bolsa Família. Em 2004 foi criado o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), integrando o Ministério da Justiça e agora em 2009 tem a participação do PRONASCI - Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Para o universitário, Fabiano Melo, 22 anos, o valor dos produtos piratas é mais acessível, “nem todo mundo têm condições de comprar produtos originais”, disse o estudante. Segundo o Conselho a pirataria se tornou o crime mais lucrativo do mundo, e que implica ações educativas e medidas econômicas, como redução de impostos e incentivo, para reduzir a diferença dos produtos originais dos falsificados, que fazem com que o consumidor fique atraído pelos produtos.

sábado, 22 de agosto de 2009

Brasil terá mais 500 mil postos de trabalho até o fim do ano

O Ministro da Fazenda e o Ministro do Trabalho têm boas expectativas para geração de postos de trabalho ainda em 2009 “Mais 500 mil postos de trabalho serão abertos até o fim desde ano”, disse o Ministro da Fazenda Guido Mantega. Já para o Ministro do Trabalho Carlos Lupi, o número de vagas deve subir para 800, também até o fim deste ano. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o desemprego no mês de junho comparado aos meses anteriores deste ano apresentou queda, em maio 396 mil pessoas estavam desempregadas, em junho o número caiu para 391 mil. De acordo com o Ministro da Fazenda, a economia brasileira está se recuperando, ”a economia está aquecida, a crise já está superada no Brasil”, afirmou o Ministro. Uma pesquisa divulgada pelo Dieese apresenta variações no número de pessoas ativas no país. Em 1998 em Belo Horizonte, 56,6% de homens trabalhavam com carteira assinada, e em abril de 2009 o número caiu para 52,8%, e as mulheres na mesma época 1998 à abril de 2009, houve um aumento, de 43,5% para 47,2% de mulheres trabalhando com carteira assinada.
Segundo a um empresa de RH de Belo Horizonte, a maior parte das contratações são de substituição ou reposição de quadro de funcionários. Disseram ainda, que para conseguir uma recolocação no mercado de trabalho, os profissionais terão que ser flexíveis, ter pensamentos de produtividade, ter controle emocional, espírito de liderança e criatividade, os atuais conceitos de emprego serão diferentes, a capacidade de inovar e o pensamento de sustentabilidade serão colocados em pauta, pois os empresários estão em busca de rentabilidade e sucesso nos negócios.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Lei antifumo chega em Minas Gerais

Agora os fumantes só poderão fumar em espaços abertos ou em fumódromos
A Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou na última terça-feira, 11 de agosto, o Projeto de Lei nº 3.035/09, que proíbe o fumo em locais públicos fechados. Minas Gerais é o terceiro estado a adotar a lei no Brasil. A nova lei não tem as mesmas restrições da lei que está em vigência no estado de São Paulo, desde o dia 7 de agosto deste ano. Para os especialistas em tabagismo, esse foi o primeiro passo para a conscientização sobre as ações do cigarro no corpo humano, mas condenaram a permissão constante na lei de Minas Gerais para o uso de fumódromos, que segundo o pneumologista e membro da Comissão de Tabagismo da Associação Médica de Minas Gerais, Paulo César Rodrigues, concentram substâncias tóxicas do tabaco, prejudicando ainda mais a saúde do fumante. “Não existe sistema de ventilação que tire a substância tóxica do cigarro. Os sistemas tiram, no máximo, o cheiro de cigarro dos ambientes”, disse o especialista. De acordo com a Secretaria da Saúde de São Paulo, nos primeiros dias de vigência da lei antifumo, mais de 30 bares e restaurantes foram multados. E além dos 500 agentes de fiscalização, o governo criou um link para denuncias no site leiantifumo.sp.gov.br. Segundo Carlos Alberto Sales, 42 anos, morador de Moema São Paulo, a lei foi uma ótima proposta, “eu era fumante parei há 5 anos, e só agora percebo o quanto é incômodo fumar em locais fechados”, disse ele. Para o estudante Luiz Carlos Braga, 21anos, morador de Betim, Minas Gerais, “a proposta foi ótima, mas a população não pode deixa-la cair no esquecimento como aconteceu com a lei seca, que a fiscalização foi grande apenas no início”, disse o estudante. Já os empresários mineiros estão um pouco receosos com a proposta, pois desconfiam que a lei cause prejuízos para os estabelecimentos.

sábado, 1 de agosto de 2009

Toneladas de aparelhos eletrônicos são descartados por dia no Brasil

Além da grande quantidade de lixo eletrônico produzido no Brasil, paises desenvolvidos mandam lixo eletrônico para o país Cerca de 228 mil toneladas de lixo eletrônico são produzidos por dia no Brasil, e mais 146 mil toneladas são levadas para lugares impróprios, como lixões, vazadouros e áreas alagadas. De acordo com a ONU, nos próximos três anos o número mundial de toneladas de material eletrônico descartado será de 150 milhões de toneladas anuais. Segundo especialistas o Brasil recicla menos 1% de todo seu lixo eletrônico, e o maior problema é a intoxicação, pois os resíduos liberados pelos materiais, podem intoxicar pessoas e contaminar o solo e as águas. Para os especialistas, a reciclagem eletrônica não chega á 1% devido a falta de leis e fiscalização. Segundo uma reportagem da revista Galileu do mês de julho, uma agência da Califórnia disse que, em 2006, o Brasil recebeu mais de mil toneladas de eletrônicos descartados nos EUA. Mas segundo informações do Ministério do Meio Ambiente, o Brasil não é receptor desse tipo de material. Segundo informações do IBGE, mais de 39 milhões de brasileiros trocam de celular por ano, e não têm idéia de qual será o fim do objeto, muitos jogam no lixo comum ou deixam dentro de uma gaveta em casa, o que também, não os isenta dos efeitos que o material pode causar. De acordo com a ONU, o ideal é consumir materiais em que as empresas têm consciência da importância da reciclagem, e se comprometem a extinguir de seus produtos itens nocivos ao ambiente. Como dar um fim nos eletrônicos · Museus do computador: Recebe PCs, impressoras, disquetes, videogames. www.museudocomputador.com.br · Casa André Luiz: Aceita qualquer eletroeletrônico e recolhe gratuitamente. 0800-773-4066

sexta-feira, 24 de julho de 2009

LIXO ENVIADO AO BRASIL PELA INGLATERRA SERÁ INVESTIGADO

Inglaterra manda lixo doméstico para Brasil, sob fachada de material reciclável

Na ultima quinta-feira foram encontrados contêineres com lixo doméstico no Porto de Santos, São Paulo.

Segundo autoridades o material começou a chegar ao Brasil em novembro do ano passado, descritos como material para reciclagem.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, seis empresas envolvidas na importação e encarregados serão autuados por crime ambiental e multados em R$ 2,5 milhões.

A agência ambiental britãnica informou, quinta-feira, que três pessoas foram presas e que vão investigar os contêineres quando retornarem ao país. Informaram ainda, que estão em contato com as transportadoras para enviarem o material de volta para a Inglaterra.

O ministro Carlos Minc, em nota no site do ministério disse, "como é possível países que dizem fazer de tudo para defender o meio ambiente, com tecnologia, dinheiro e meios para fazer isso, mandem aos países pobres e em desenvolvimento, seu lixo doméstico, químico e industrial para serem queimados e enterrados?".

O presidente Lula criticou o envio do lixo e cobrou uma investigação.

O ministro do Meio Ambiente pedirá ainda essa semana uma investigação, e disse ainda, que vai acionar a Comissão Interministerial de Combate a Crimes Ambientais, composta pelos ministérios do Meio Ambiente, da Justiça, a Polícia Federal e a Força Nacional, para que aumente também a fiscalização nos portos brasileiros, impedindo a repetição desse tipo de crime.